No dia 06 de março, cerca de 700 famílias deixarão a favela Savoy, em Carapicuíba. A data foi definida pela Justiça e deve ser cumprida a partir das 06h. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo pediu a prorrogação do prazo, mas foi negado pela Justiça Estadual.
A preocupação da Defensoria é com as pessoas que não têm para onde ir, já que a cidade não possui abrigos públicos e os dois únicos ginásios da cidade não tem condições de segurança e higiene para receber os moradores.
Segundo publicação do jornal Diário de São Paulo, o prefeito da cidade Sérgio Ribeiro quer que a Daee (Departamento de Águas e Esgoto de SP) compre o terreno e doe para a prefeitura em troca do transbordo dos dejetos retirados dos rios Pinheiros e Tietê (na capital) para o Lago Carapicuíba, onde existe um lixão e uma favela com 250 famílias.
A prefeitura ainda discute com o governo federal a construção de prédios no perfil do programa “Minha Casa Minha Vida” no local da favela.